As casas mais mal assombradas do Brasil

 Castelinho do Flamengo rio de janeiro (RJ)


O castelinho do Flamengo guarda em seu interior uma história de sofrimento e dor pois no século 19 ano que foi construído, morava uma menina órfã que morava com o advogado da família que a torturava muito e a mantinha trancada na torre do castelhano, cansada desta vida ela decidiu se suicidar pra por um fim no seu sofrimento, diz a lenda que até hj é possível escutar risadas infantis e tem relatos de pessoas que já viram vultos.

A Emparedada da Rua Nova Santo Antônio, Recife (PE)


    Imagem da rua Nova rua da lenda da Emparedada.

O local protagoniza uma das lendas urbanas mais assustadoras da cidade de Recife . No casarão de nº 200 da Rua Nova, uma mulher foi emparedada viva a mando de seu próprio pai, um comerciante rico. Ela foi cimentada dentro de um banheiro da casa após engravidar do amante de sua própria mãe. Depois do crime, o comerciante fugiu para Portugal e, ao regressar, chegou a morar no sobrado. Muitas pessoas dizem ouvir gemidos, passos e sentir sensações estranhas ao passar na fachada do local. Também há quem tenha visto o espírito da mulher. A casa está localizada na Ilha de Santo Antônio, considerada o coração de Recife e cercada pelo Rio Capibaribe.

Cruz do Patrão Recife, (PE)



No Porto do Recife, à margem do Rio Beberibe, um monumento antigo do século 19 é considerado um ponto de encontro de almas. Esqueletos enterrados ao pé da cruz não existem mais, mas contam os nativos que aparições de espíritos e demônios por ali são frequentes. Segundo arqueólogos, no local existia um cemitério de escravos africanos que também era usado para a realização de rituais religiosos e execuções.

Mina da Passagem Mariana, MG



Em 1936, mais de 15 operários morreram afogados numa enchente subterrânea que marcou a reputação da mina para sempre. Hoje, aberta ao turismo, ela tem trechos e corredores que podem ser acessados por visitantes e outros interditados por motivos que vão além da compreensão humana. Além dos riscos naturais, os guias informam que há fantasmas apegados a riquezas que afugentam os forasteiros com barulhos de sinos e correntes.


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